domingo, 27 de maio de 2012

CONVITE - III SARAU DE POESIAS DA BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO


Compareçam e prestigiem!!!

domingo, 13 de maio de 2012


APROVEITEM O DIA, FILHOS!..

por Joésio Menezes

Atenção, filhos!...
Hoje, domingo (13 de maio), é comemorado o DIA DAS MÃES. Portanto, aproveitem esse dia para usar e abusar da companhia daquelas que lhes trouxeram ao mundo.
Não saiam do seu lado um só segundo. E mesmo que elas ordenem: “larga do meu pé, chulé!”, desobedeçam-nas. Mantenham-se ali, coladinhos a elas, dando e recebendo carinho (mais dando que recebendo!), pois bem-aventurados são aqueles que têm Mãe e dela podem ouvir um carinhoso SIM ou um proibitivo NÃO; bem-aventurados são os que dela têm - ao menos - um segundo de atenção, um milésimo de cuidado, uma gota de amizade; um grão de amor... Bem-aventurados são os que têm o privilégio de ser acordados – diariamente - pela Mãe com um sonoro e maternal BOM-DIA seguido de um afetuoso beijo na testa ou no rosto.
Enfim, bem-aventurados os que têm (ou tiveram) a oportunidade de usufruir da companhia, do carinho e do amor dos Anjos enviados por Deus para nos proteger, anjos estes chamados MÃE. Por isso, filhos, aproveitem bem os MOMENTOS que lhes são oferecidos ao lado das suas mães, pois o tempo é efêmero e, consequentemente, esses momentos também são.


Uma homenagem da Academia Planaltinense de Letras às Mães de todo o planeta.

terça-feira, 1 de maio de 2012

APL E UNIFAM CONVIDAM

sábado, 21 de abril de 2012

BRASÍLIA, CAPITAL DA ESPERANÇA E DA POESIA
(Joésio Menezes)

Na Brasília de Tetê Catalão,
José Geraldo e Nicolas Behr,
A poesia - clássica ou não –
Por meio dos versos diz o que quer.
Ela bem canta os encantos mil
Da charmosa Capital do Brasil
Sem se esquecer de exaltar a mulher.

Ela fala das ruas sem esquina,
Dos arcos que formam a Catedral,
Do Céu azul que tanto nos fascina,
Da cultura em nossa Capital...
E sem desafinar ela canta árias
Às extensas Asas imaginárias
Que cruzam o Eixo Monumental.

Também enaltece a Natureza;
Saudades sente da flor do cerrado.
Em quase tudo ela vê beleza,
Inclusive no concreto armado
Que viadutos e pontes sustenta
Desde os idos dos anos sessenta,
Quando o “Sonho” foi concretizado...

Mesmo estando Brasília submersa
Num oceano de desconfiança,
A poesia jamais desconversa,
Canta versos de autoconfiança...
Ela canta muitas coisas malditas,
Corrupção, falcatruas infinitas,
Mas o faz esbanjando esperança.

Parabéns, Brasilia!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

PLANALTINA-DF, SANTUÁRIO GOIANO DE TRADIÇÕES POPULARES NO PLANALTO

por Frederico J. L. Reis

Costuma-se dizer que o habitante do Distrito Federal é todo ele constituído de segmentos populacionais mais ou menos indiferentes no que diz respeito às suas mais puras raízes. Entretanto, isso não é verdade e prescinde de uma análise mais criteriosa e feita por alguém que se preocupe com o assunto de maneira mais séria, fato que requer acurados conhecimentos, inclusive académicos, especialmente das pessoas versadas em Sociologia ou Folclore, no Brasil. Planaltina está aí para desmitificar esse fato, íntegra no que concerne ao assunto.
O que chama a atenção do migrante, nesta terra-comunidade, em primeiro lugar, é a hospitalidade, um dos traços naturais mais legítimos de uma população colonizadora brasileira. E uma coisa parece puxar a outra como consequência que emana da conservação de uma pureza histórica. O que nesta terra vamos encontrar, vivo ainda, é o antigo, com todos os seus traços importância e valor, a religiosidade popular da Festa do Divino, trazida de Portugal pelo colonizador e que anualmente se executa com maestria em Planaltina e adjacências, motivo pelo qual, embora em dasacordo com a amplitude do título, por ser a mais expressiva manifestação popular, tomo-a como exemplo nesta rápida abordagem.
Mas o que é certo e que está como as outras manifestações estimuladas ou não pelo Poder Público a cada ano, cresce em importância no seio da comunidade que se acha em fase de consolidação e adquire relevo de invulgar magnitude. Durante o mês de maio, o povo, ansioso, já espera o singular espetáculo. Dezenas e dezenas de cavaleiros hábeis, vindos de outras partes e circunvizinhanças para engrossar uma verdadeira legião, e é bom que se diga, inclusive com suas armas simbólicas, seus instrumentos e roupagem bonita.
Entretanto, isso não é tudo. Além do cavaleiro garboso, aprumado na sela, senhor de um equilíbrio que não é dele, surge o cavalo, um animal na festa, saudável, bem amestrado e melhor ainda paramentado. O cavalo que se preza, nesta festança, tem de estar devidamente maquilado num processo que vai das crinas, farreies, até a cauda.
Finalizando, espero que com o correr dos anos de transformações dessa sociedade, não só ocorra uma simples consolidação, pelo fato de ter recebido elementos humanos de outras paragens, as mais diversas de todo o terrítório nacional, sobretudo uma ação que espelhe a fidelidade e a tradição do nosso povo.

(Planaltina em Letras, Ano II, nº 7, p. 3, jan./março-2012)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

IMPRESSÕES DE UM POETA INDIGNADO SOBRE OS DIAS QUE ANTECEDEM A CONVENÇÃO PARA ESCOLHA DE CANDIDATURAS NO INTERIOR.

Véspera de Eleição no Interior

Xiko Mendes

Política em meu país é balcão de negócios.
E na cidade que amo discute-se
Quem deve ser o próximo prefeito.
Partidos e caciques se reúnem na calada da noite;
Tramam acordos nos bastidores,
Conspiram ao pé do fogão
E riem do povo nos fundos de quintal.
Tudo já está decidido: já sabem
Quem serão os candidatos a vereador,
E quais serão indicados para prefeito e vice,
Mas fingem para o povo, indiferente e omisso,
Que somos uma Democracia.
Somos, sim, uma democracia;
Porém, somos a democracia plutocrática:
Aquela em que o status e o poder são determinados
Pelo uso e abuso do poder econômico na eleição;
Somos a “democracia” dos compradores de voto.
Somos a “democracia” dos enganadores do Povo.
Somos a “democracia” dos eleitores coniventes.
Estamos em véspera de escolha dos candidatos.
Cada um mente mais que o outro e promete mais que o outro.
Nesse “vestibular da hipocrisia” quem perde é sempre o eleitor.
É o hospital ou o posto de saúde que não funciona;
É a estrada cheia de buracos no meio do caminho;
É a escola sem merenda, sem reforma e sem projeto pedagógico;
É a obra inacabada, mas com licitação fraudada por
Um bando de ladrões dos cofres públicos;
É o vereador que não vota a favor do Povo, mas
Sempre a favor do governo municipal que lhe dá propina;
Enfim, entre uma eleição e outra tudo se mantém como antes.
E o povo aplaudindo, sonhando, renovando esperanças...
E frustrando-se constantemente.
Mas enquanto esse povo não acordar e
Perceber que ele é sempre o bobo da corte,
Essa cidade que tanto amo
Continuará anestesiada pela demagogia dos pilantras da Política.
O povo precisa conscientizar-se de que ele é o Sujeito da História,
É o ator principal no palco da Política.
Democracia sem emprego,
Democracia sem ética e liberdade de expressão,
Democracia sem participação popular,
Democracia sem justiça social,
Democracia sem educação e saúde dignas
Pode ser qualquer coisa,
Menos que seja o governo do Povo.
Alimento – Um fenômeno cultural
Por Adenir Oliveira

Hábitos e ideologias alimentares tem à frente o acesso ao alimento como força propulsora para a obtenção do produto que satisfaça a necessidade biológica do comer, que é caracterizada como um fenômeno cultural. Os grupos se organizam em um sistema de trabalho e evoluem; criam padrões, normas, usos e costumes para descriminar ou classificar certos tipos de alimentos.
“Alimento é algo representativo, isto é, apreendido cognitiva e ideologicamente. Nem tudo que pode ser comido ou que possa constituir alimento é percebido como tal. A ideologia alimentar é um sistema cognitivo e simbólico que define qualidades e propriedades que tornam o alimento indicado ou contra-indicado em situações especiais, em que seu valor é definido como alimento em função de um modelo pelo qual se conceptualiza a relação entre o alimento e o organismo que o consome, definindo simbolicamente a posição social do individuo”.
A existência de padrões culturais é necessária tanto para funcionamento de qualquer sociedade como para sua conservação e desenvolvimento. O alimento é algo representativo, embora o comer seja um impulso compartilhado por organismos nos diversos pontos da escala zoológica, uma diferença fundamental existe neste impulso tal qual é manifestado no homem e nos animais.
Não apenas a aprendizagem desempenha um importante papel no tipo de comportamento exibido pela fome, mas também o alimento procurado para saciar a fome é determinado pela cultura em que o individuo vive e convive. Alimentos que são considerados requintes em uma cultura, em outra pode causar repugnância. As crenças, também, influem na classificação dos alimentos considerados apropriados para satisfazer a fome: muitos muçulmanos preferem morrer a comer carne de porco. É um fato apreendido e transmitido de geração para geração como um TRAÇO CULTURAL.
Depende da seletividade que varia de cultura para cultura, precisamente por ser a alimentação um fenômeno cultural. Hábitos alimentares possuem conteúdos simbólicos e cognitivos, relativos à classificação social e à percepção do organismo e das relações entre as substâncias ingeridas.
O alimento quanto mais próximo do homem, do seu habitat, mais se identifica com ele. O individuo nasce com potencial de aprender qualquer Cultura e adquirir atitudes e crenças predominantes, formas e padrões de comportamento apropriados e valores da Cultura que nasce como sendo a herança social do homem, a qual é aprendida e transmitida socialmente.

(Planaltina em Letras, Ano II, nº 7, p. 2, jan/março-2011)
VENTOS
(Vivaldo Bernardes)

- ao amigo Xiko Mendes -

Vejo ventos varrendo vastidões,
violentando viandantes e viajores,
vazam vácuos, violentos vagalhões,
vergando varas, ventos vencedores.

Verdes vidas e vidas vãs, vazias,
Vitimadas, vencidas pelos ventos.
Vendavais virulentos e vadios
viram vidas vividas, vis, violentos.

Na voragem dos ventos vou vivendo,
vencendo verdadeiros vergalhões.
Até vejo que a vida vai valendo...

Vislumbrar os viveres bem vividos,
Visitar, conviver visitações,
é viver, e os ventos ver vencidos.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Crítica à Razão Planaltinocêntrica

Por Xiko Mendes

Há mais de vinte anos convivo em Planaltina-DF com um discurso “planaltinocentrista”. Segundo seus diferentes enunciadores, essa cidade bicentenária cuja colonização inicial remonta às décadas de 1780/90, ou antes, é a Cidade-Mãe de Brasília. Mas o que isso significa? Nada! Pois isso nunca resultou, como contrapartida, em obras e projetos que preservassem de fato seu Passado e dinamizasse o desenvolvimento moderno da cidade. Esse discurso político é essencialmente etnocêntrico e segregacionista. E tal é sua estupidez pseudo-academicista que chega ao cúmulo de defender a “tese” de que Planaltina é quase o “centro do Mundo”, ou melhor, o centro fundante das tradições que antecedem a construção de Brasília.
Esse etnocentrismo sebastianista chegou ao absurdo de querer, sem base documental, inventar vínculos genealógicos que liguem a linhagem de famílias planaltinenses à Nobreza da Coroa Portuguesa e aos bandeirantes como Borba Gato. É um etnocentrismo repelente que se baseia em auto-glorificar uma suposta autoafirmação institucional de Planaltina. Mas não se sustenta na prática tendo em vista que hoje a cidade, com centenas de moradores, cuja maioria é imigrante e, por não descender de “berços nobres nativos”, também não se sente obrigada a seguir ou respeitar essa visão “tradicionalista”.
Esse discurso é dividido em duas vertentes: o Discurso Tradicionalista e o Discurso Anti-tradicionalista. Eles não são diferentes. Ambos se inspiram nessa paupérrima ideologia “autoafirmativista”, manipuladora dos Rituais Simbólicos de Planaltina. A verborragia “tradicionalista” pauta seu discurso na autoafirmação de que certas famílias nativas se acham quase donas da cidade e de todas as tradições construídas pelo Povo quando Planaltina era município de Goiás. Como a moderna historiografia defende, a Tradição é construção coletiva. E tem diferentes enunciadores e mediadores das manifestações culturais de que é o fio condutor simbólico. Por isso, não faz sentido sustentar o argumento de que tem famílias tradicionais e não-tradicionais; sendo as primeiras mais importantes e a quem se deve atribuir o privilégio de carregar na lapela o emblema das tradições planaltinenses. Essa auto-glorificação descabida resvala para o grotesco, pois ninguém mais, a não ser essa gente, concorda com a idéia de que esse Tradicionalismo ambíguo e atávico deve prevalecer.
Aliás, esse discurso só prevaleceu quando parte dessa elite tradicionalista governava Planaltina. Hoje, esse Discurso perdeu por completo sua legitimação política. Exemplo disso é que o povo dessa cidade vem elegendo deputados planaltinenses sem origem nessa “Nobreza Tradicional”. Deslegitimado nas urnas, esse discurso político tenta se sustentar celebrando a Pedra Fundamental, o Museu, a Via-Sacra e a Festa do Divino como mediadores simbólicos desse tradicionalismo démodé quando na verdade esses “pontos de referência” da Identidade planaltinense, hoje, são patrimônio coletivo formador da Consciência Brasiliense e Nacional. É de todos e não de alguns.
Na mesma linha discursiva, há os enunciadores do Discurso Pós-tradicionalista para os quais a Tradição é indispensável para Planaltina-DF autoafirmar-se. Porém, esse discurso não faz a Crítica da Razão “Planaltinocêntrica”. Ao contrário: para eles, certas famílias tradicionais dotadas de consciência nativista “xenófoba” (não gosta das mudanças trazidas pelos imigrantes), não apenas se acham “donas de Planaltina”, como querem manipular, em todo o tempo, a cultura e a história dessa cidade. Erram tanto quanto os tradicionalistas. Criticar famílias tradicionais sem oferecer uma opção discursiva consistente é um grave equívoco dos anti-tradicionalistas. Famílias tradicionais também são partes da matriz formadora do “Povo Planaltinense”.
Estou cansado de ver Pedra Fundamental, Via Sacra e Museu de Planaltina como únicos instrumentos mediadores da tradição pré-candanga. Junto a esses elementos, que são substratos da Cultura “Candangoiana”, há Vale do Amanhecer, Águas Emendadas, PADF (com seus típicos costumes sulistas), entre outros elementos de mediação simbólica que vão além do mero discurso tradicionalista.
Por isso, propomos aqui o Discurso “Planaltinista”: aquele segundo o qual, antes de Brasília, havia o “Sertão Planaltino” (termo cunhado pelo historiador Luiz Ricardo Magalhães em recente tese de doutorado). Planaltinistas, ao nosso modo de ver, devem ser todos aqueles que, além de criticar a “Razão Planaltinocêntrica”, quer conciliar tradição e modernidade numa trama simbólica mais complexa e anti-excludente, que ao mesmo tempo considera o Passado colonial e pré-candango de Planaltina e de toda a região do Planalto Central como indispensáveis à formação do território do DF, enxerga nesse entrecruzamento cultural com os imigrantes a síntese final do “Homo Cerratense” (termo cunhado pelo historiador Paulo Bertran). Paracatu-MG assim como as cidades goianas de Luziânia e Pirenópolis, em primeiro plano, bem como Formosa-GO e Planaltina-DF, em segundo plano, são cidades matrizes dessa Cultura “Planaltina” que precede a existência corpórea de Brasília. Digo isso porque Brasília está presente no discurso político das elites do Brasil desde José Bonifácio (em 1823).
Os planaltinistas devem pautar seu discurso político e acadêmico como pós-tradicionalista, anti-personalista, anti-positivista e anti-segregacionista. Mas não em bases unitárias ou preconceituosas. O Planalto Central, antes de institucionalizar o DF, era uma ampla unidade histórico-cultural que rompia os limites da cartografia oficial e dele fazia parte regiões de Goiás, Minas e Bahia, que, juntas, se irmanavam na mesma tradição de uma Cultura Caipira, típica do Brasil Central, forjada pelo encontro entre o pecuarista dos currais do São Francisco e o minerador do Centro-Oeste.
Para usar um conceito muito usado por historiadores culturais, o Planalto Central é uma fronteira cultural. É um caso típico de hidridismo cultural desde o Brasil-colônia. E Planaltina nunca foi uma ilha. Portanto, ela, sozinha, não é o centro geo-histórico do DF. E nada mais metafórico que as Águas Emendadas para simbolizar esse encontro que funde – frisamos de novo – a tradição e a modernidade sem os abomináveis manipuladores de rituais simbólicos dos tradicionalistas e anti-tradicionalistas. Planaltina é de todos nós! É do Brasil! E viva os 90 anos da Pedra Fundamental como marco zero da consciência caboclo-modernista tupiniquim!

(Planaltina em Letras, Ano II, nº 7, p. 2/3, jan./março-2011)

sábado, 17 de março de 2012

XIKO MENDES lançará 10º livro em FORMOSO-MG.

CONVITE

A ONG UNIFAM e o autor, escritor Xiko Mendes, convidam toda a população de Formoso e região para participar da Noite de Autógrafos com lançamento do livro Sonhos, Silêncio e Saudade em Minha Viagem ao Fundo do Lago Formoso, que ocorrerá dia 27 de abril de 2012 (sexta-feira), a partir das sete horas da noite, no Plenário da Câmara Municipal de Formoso.
Contamos com a presença de todos e antecipadamente agradecemos!

Diretoria da Unifam (Gestão: 2011-2013).

quinta-feira, 8 de março de 2012

HAJA O QUE HOUVER
(Joésio Menezes)

Haja o que houver,
A sábia mulher
Do salto jamais desce,
Pois sabe da importância
De se manter a elegância
Acima do estresse.

Ela sabe, também,
Que o salto a mantém
Inda mais imponente.
Mas se dele descer,
Ela não deixará de ser
Uma mulher inteligente

Cuja mente brilhante
Não para um instante
De a todos encantar...
Haja o que houver,
Dos fascínios da mulher
Não me canso de falar.


Uma singela homenagem da APL às MULHERES, por ocasião do DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

domingo, 4 de março de 2012

XIKO MENDES lançará novo livro em Minas Gerais em abril de 2012.

Será lançado no fim de abril, em Minas Gerais, o livro SONHOS, SILÊNCIO E SAUDADE EM MINHA VIAGEM AO FUNDO DO LAGO FORMOSO, 10ª obra de autoria do escritor XIKO MENDES, que é membro e vice-presidente da ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

APL TEM NOVO INTEGRANTE
Professor Wilson Osmar de Jesus

Em solenidade realizada na noite do dia 23/02 (quinta-feira), que contou com a participação de vários convidados, a Academia Planaltinense de Letras empossou seu mais novo Acadêmico. É o professor e escritor Wilson Osmar de Jesus, que ocupará a Cadeira nº 37 cujo patrono é o jurista brasileiro Hely Lopes Meirelles.
Wilson Osmar de Jesus foi apresentado à Confraria pelo seu amigo - e também integrante da APL - Xiko Mendes (historiador e escritor titular da Cadeira nº 6), em Assembleia Ordinária realizada em 27/10/2011, ocasião em que foi aceito pelos demais Acadêmicos sem restrições tendo em vista a sua vida inteiramente dedicada ao culto da Língua Portuguesa e à Literatura, e, principalmente, ao seu interesse em trabalhar junto à APL na difusão da Cultura de Planaltina.
Filho ilustre de Brasília, Wilson nasceu a 17 de outubro de 1969 e desde menino começou a mostrar seu interesse literário e o seu talento para a poesia, o que o fez - ainda nos bancos da escola - se destacar dos demais colegas da mesma faixa etária.
Querido pelos colegas de classe e pelos professores, o filho de Dona Maria Bernardina de Jesus enveredou não só pelos caminhos da literatura, mas também pelo da Educação: formou-se em Letras/Tradução pela Universidade Estadual do Goiás - UEG (antiga Faculdade de Educação, Ciências e Letras Ilmosa Saad Fayad, em Formosa-GO), onde mais tarde fez pós-graduação em Língua Portuguesa e Literaturas Brasileira e Portuguesa. Hoje, é professor da Secretaria de Estado de Educação do DF, Revisor de Textos da Revista Nova Oportunidade e acadêmico em Direito (cursa o 9º semestre de Bacharelado em Direito, no Centro Universitário UNIEURO).
Como escritor, Wilson é autor dos livros Sonhos e Contradições (2000), A Capela dos Espíritos Viventes (2002), Uma Crítica Sobre a Eutanásia e A Porteira das Sombras do Depois; além de textos publicados na antologia Fragmentos de Formosa.
No seu discurso de posse, Wilson Osmar assumiu o compromisso de ser fiel ao cumprimento das suas obrigações estatutárias junto à Academia Planaltinense de Letras e se colocou à disposição da sua Diretoria para o que dele necessitarem.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

HELY LOPES MEIRELLES
Patrono da Cadeira XXXVII

Hely Lopes Meirelles nasceu em Ribeirão Preto, no dia 05 de setembro de 1917. Faleceu em sua cidade natal no ano de 1990.
Graduado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, é largamente reconhecido como um dos principais doutrinadores do Direito Administrativo e do Direito Municipal brasileiro, sendo autor de obras consideradas seminais nessas áreas.
Em 1943, ele ingressou na magistratura, ocupando o posto de juiz em várias cidades do interior. Também exerceu diversas posições no Poder Executivo, como Secretário da Justiça e Secretário da Segurança Pública do estado de São Paulo.
Foi juiz da Comarca de São Carlos e professor universitário em 1955 na Escola de Engenharia de São Carlos (USP) como professor no curso de "administração municipal" onde, baseado nas suas aulas, escreveu o livro Legislação para Engenheiros, Arquitetos e Urbanistas (Coletânea de Leis Anotada), edição do departamento de publicações da Escola de Engenharia de São Carlos em 1960 e o livro Direito de Construir editado em 1961.
Defendeu tese A Competência Estatal para o Planejamento Urbanístico em São Carlos, São Paulo em 1960, e aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Urbanismo, realizado no Recife, em 1961.
Em 1967, já aposentado, elaborou um anteprojeto de lei orgânica do município de São Paulo. A estrutura do projeto foi adotada pelo município, e serviu de base para diversos outros municípios em todo o país.
Recebeu diversas homenagens, tanto em vida quanto póstumas. Dentro da área da Justiça, foi considerado um dos "Brasileiros do Século" em edição especial da revista Istoé.
Outra festejada obra do jurista é o livro Mandado de Segurança, com mais de 30 edições publicadas, no qual aborda outros temas de direito processual constitucional, cujas versões mais recentes têm sido atualizadas pelo professor Arnold Wald e pelo professor Gilmar Ferreira Mendes.
Assim, as sucessivas edições de todos os seus livros têm sido republicadas graças a um trabalho em conjunto de sua filha Vera Meirelles e dos atualizadores da Malheiros Editores

domingo, 12 de fevereiro de 2012

FESTIVAL MULTIMÍDIA PALACOLETIVA: O ÚLTIMO CARNAVAL DO MUNDO

Fotos: Portal Planaltina

Das 16 horas do sábado (dia 11/02) às duas da madrugada de domingo (dia 12), na Praça Cel. Salviano Monteiro Guimarães (Pracinha do Museu), em Planaltina-DF, aconteceu a 6ª edição do Festival Multimídia PalaColetiva, evento cultural organizado pelo Coletivo Palavra, que contou com o apoio do Portal Planaltina, do Intervalo Virtual e dos Amighos do Centro Histórico.
Com o tema O ÚLTIMO CARNAVAL DO MUNDO (alusivo às “profecias” do fim do mundo em 2012), os organizadores promoveram um “senhor evento” na cidade, evento este em que o público interagiu com os artistas e, juntos, deram um espetáculo de alegria e entretenimento, como se realmente fosse aquele o último carnaval das suas vidas.
Nem mesmo a forte chuva que caiu no meio da tarde e invadiu a Praça do Museu impediu o espetáculo cênico do grupo teatral Farra da Comunidade, que deu o “pontapé” inicial às apresentações. Foram mais de três horas de espetáculo. Enquanto isso, no interior do Museu Histórico de Planaltina, a dupla Francinéia Ehlers e Vinícius Borba (da Poética Trupe) contava histórias infantis à meninada que se fez presente ao evento e que – encantada - não perdeu uma palavrinha sequer dos articuladores culturais.
E como o show não podia parar, no início da noite subiu ao Palco Caos (no centro da praça) a banda Os Malucos, que levantou o público presente com o seu dançante repertório de axé. Logo a seguir, foi a vez dos meninos da banda planaltinense The Nóis, que com o seu som pesado fez a “molecada” presente extravasar a adrenalina típica da sua juventude. Por fim, foi a vez dos jovens da banda Rádio Central (de Sobradinho) subir ao palco e levar o público ao delírio com o seu rock de excelente qualidade. Nos intervalos das apresentações musicais, os poetas Luiz Felipe Vitelli e Girlene Pascoal (ambos da Tribo das Artes) revezaram-se nas declamações de poesias.
Simultaneamente ao que acontecia no centro da praça, no Palco Aurora (no quintal do Museu), os apaixonados pela MPB puderam deleitar-se com belíssima performance dos cantores Michele Lara e seu grupo Corpo Livre, Zeca Mendes e Eros Trovador, além do saxofonista e maestro Israel Colona. Lá também houve declamação de poesias, e os responsáveis pela apresentação foram a poetisa Geralda Vieira (presidente da APL) e os integrantes da Tribo das Artes, os poetas Djair Diniz, "Cumpade" Anselmo e Ruiter Lima, que levaram o público às gargalhadas com a sua poesia matuta.
Atentos a tudo que acontecia nos dois palcos, as equipes do Portal Planaltina e do Intervalo Virtual – cuja sala de imprensa fora montada na biblioteca da Academia Planaltinense de Letras - transmitiram o evento, ao vivo, por meio da internet Wi-Fi.
Esperamos que as profecias estejam erradas e que não seja esse O ÚLTIMO CARNAVAL DO MUNDO, pois a população planaltinense anseia por outros eventos culturais como esse do último dia 11 de fevereiro.
Grupo Farra da Comunidade

Contadores de histórias

Geralda Vieira (Presidente da APL)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

XIKO MENDES E SANDRA C. ARAÚJO PUBLICARAM O POEMA ABAIXO no jornal CORREIO BRAZILIENSE, edição de terça-feira, Sete de Fevereiro de 2012, Caderno Diversão e Artes, coluna TANTAS PALAVRAS.

Eles não calarão Nossa Voz!

(Xiko Mendes e Sandra C. Araújo)

Ninguém jamais calará a Nossa Voz
Porque ela é Verdade que incomoda.
É luz que segue acordando todos Nós
E é brasa viva para quem não acorda.

Ninguém jamais calará a Nossa Voz
Porque a Liberdade é o nosso projeto.
É nossa estrela que brilha e anda veloz;
E indica o caminho que achamos correto.

Ninguém jamais calará a Nossa Voz
Porque ela reivindica a Paz e o Amor.
Ela é contrária ao nosso instinto atroz,
Mas é instrumento contra o impostor.

Ninguém jamais calará a Nossa Voz
Porque o Silêncio é cúmplice do medo.
Hoje queremos que você se junte a Nós
Contra as mentiras e os falsos segredos.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

XIKO MENDES (POESIA).

Homenagem ao Menestrel de Urucuiânia

(Xiko Mendes)

Tu és uma estrela solitária
Vagando entre constelações ambulantes!
Tu és o anjo torto guardião da
Memória épica desse povo humilhado
Por essa elite míope e corrupta!
Tu és a alma vernácula
Que se levanta com teu espírito nativista
Em defesa de nossa identidade ancestral!
Tu és o arquivo vivo da história do nosso povo!
Tu és a própria história dispersa em fragmentos
Catados à dedo por arqueólogos de um tempo novo!
Tu és a consciência culpada desses cidadãos
Que se omitem por medo ou por conveniência!
Tu és a consciência crítica que se rebela
Contra aqueles que usam a tradição ou o futuro
Como instrumentos de alienação coletiva!
Tu és o exemplo ético em meio à Mediocridade
Que é a marca vergonhosa da geração em que vivemos!
Tu és o espírito de vanguarda pairando,
Em silêncio, para subverter a Ordem das Coisas!
Tu és o Porta-voz de quem não tem voz nesta cidade!
Tu és a coragem saindo a jato pelos poros
Em busca de gente pronta para a revolução!
Tu és o meu palimpsesto
Onde inscrevo nas tabuletas das Efemérides
A lista dos fatos e das pessoas veneráveis
Que um dia habitaram o solo dessa cidade!
Tu és a Minha Esfinge Alada pousando
Nas arcádias e nos parnasos do Mundo
Como mensageiro e herói-civilizador
De populações tradicionais vítimas do etnocídio!
Tu és o Mito fundador das epopéias não escritas
Pelos vencedores que se auto-glorificam em cima
De centenas de cadáveres de heróis anônimos!
Tu és o Missionário-paládio de Clio, que realiza
A conexão dialética entre o Passado que se esvai
E o futuro que se distancia dos valores fundamentais
Da existência de um povo (in)consciente de seu papel na História!
Tu és o historiador não reconhecido pelas elites dessa Cidade sitiada
Pela ignorância política e pela impotência moral de
Homens e mulheres que se silenciam
Vendo triunfar a “Versão da História”
Contada pelos vencedores!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

VIAGEM PELO BRASIL-CANÇÃO

Lançado em dezembro de 2011, o livro VIAGEM PELO BRASIL-CANÇÃO, do professor e escritor Joésio Menezes (da APL) apresenta uma nova forma de se fazer poesia.
A fim de dar uma nova roupagem aos seus textos, Joésio Menezes garimpou o que de melhor a Música Brasileira vem nos oferecendo ao longo da sua história e escreveu VIAGEM PELO BRASIL-CANÇÃO, em que todos os versos contêm pelo menos um título de composições nacionais (assinalado com aspas). Ao todo, são mais de mil títulos dos mais variados ritmos e compositores. Porém, o autor não abriu mão da necessidade de se dar coerência e coesão aos novos textos escritos.
VIAGEM PELO BRASIL-CANÇÃO é uma singela homenagem aos maiores compositores brasileiros e um pequeno presente aos que apreciam a poesia e a música - não necessariamente nessa ordem -, presente este que pode ser adquirido na Papelaria MC (Qd. 03, Conj. B, Lote 21 – Vila Buriti, Planaltina-DF) ou com o próprio autor (pelo fone 84243347 ou pelo e-mail: joesiomenezes@gmail.com).

SANDRA C. ARAUJO (POEMAS)

Um Dia Se Aprende...

(Sandra C. Araújo)

Quando você crescer
Saberá quando se pede pode ganhar.
E não ganhando, vale a pena insistir.
Você saberá que amizades são construídas
Passo a passo como o passo de uma tartaruga
Medindo espaço e distância.
E que, num instante, alguém pode destruí-la
Para sempre.
E que nem tudo em amizade é verdadeiro
Ou belo demais.
E que não devemos confiar em palavras
Proferidas por humanos porque elas são falhas,
Pois só devemos confiar, absolutamente, em Deus.
Que as coisas são assim mesmo:
Uns com muitos e outros com poucos problemas.
E gente que até se dá ao luxo de não tê-los.
Mas na vida tudo se encaixa numa harmonia cósmica.
A Paciência é uma virtude, um atributo divino.
Com o tempo, você descobrirá que pode amar
Muito, pouco ou demais o outro de forma recíproca.
Mas que a outra pessoa pode não dar nenhum valor.
Por isso, é preciso serenidade e maturidade
Para seguir trilhando o ritmo ditado pela Existência,
Mesmo muito ferido ou com coração em pedaços.
A vida é assim: muitas vezes pessoas pensam
Que somos puro aço. E na realidade
Temos mesmo que agir de modo férreo.
Assim, vamos aprender a ouvir a palavra “não”;
E aprender a carga férrea de seus significados.
Alguma coisa na vida sempre nos tentará parar.
E algumas vezes podemos até cair.
Mas caindo, que levantemos logo,
Sacudindo a poeira, olhando para o céu.
É de lá que virá o nosso socorro.
Levantemos, pois, com a medalha
Cravada no peito como campeões:
A medalha como bandeira do amor.
Nessa caminhada algumas pessoas podem nos contrariar.
Exorto-o(a) a ter espírito vigilante e forte.
Devemos esquecer e perdoar as ofensas
Porque quem guarda mágoas não vive feliz na vida.
Mágoas ou ressentimentos são emoções estéreis.
Uma pessoa de coração generoso sempre
Saberá perdoar e seguir para atingir o alvo:
Deus e o Infinito.
E essa pessoa conquistará, assim, seus sonhos
E o que deseja o seu coração.
Tendo Jesus em nossos corações,
Alcançaremos todos os nossos objetivos.
Deus é pleno, é uno, é absoluto e grandioso.
Quem nEle acredita triunfará sempre.
Por isso, vale a pena sorrir sempre!
Vale a pena amarmos uns aos outros!
Vale a pena viver!


Pessoas Indispensáveis

(Sandra C. Araújo)

Há pessoas que deixam
Verdadeiras marcas em nossa vida
E em nossos corações.
Algumas delas a gente
Jamais esquecerá.
Outras passarão como um vento veloz
Em uma grande tempestade.
Têm pessoas de quem não esqueceremos
Porque são belas demais, sábias demais...
Incomparáveis!
Insubstituíveis!
São pessoas prudentes
Que trazem sinceridade e alegria.
São pessoas que sabem partilhar o rir, o alegrar.
Mesmo diante das dificuldades,
Elas nos ajudarão a superar problemas com suavidade
Sem que percebamos quanto são indispensáveis.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

VANTAGEM TECNO-AMBIENTAL E O DESENVOLVIMENTO CULTURAL
(Adenir Oliveira)

A origem da técnica está no espírito humano, servida por duas condições indispensáveis: a linguagem, condição da comunicação; e o manuseio que permite a execução do invento. O engenho humano imagina conjuntos de processos para o aproveitamento da natureza guiado pela experiência que o fixa, o transforma e o transmite sob a forma de técnica. Técnica esta que mantém o homem em estado de cooperação e o entrega em moldes de pensamento e ação. É a combinação das ciências com a invenção na utilização de processos mecânicos novos ou antigos para produzir “coisas”. A habilidade do homem só pode ser apreciada em função do meio em que ela for exercida – o meio geográfico, por exemplo, condiciona o emprego de recursos que o favorece.
As ferramentas, os instrumentos e as máquinas marcam a sequência evolutiva da sociedade tecnológica, sucessiva e cumulativamente. O aperfeiçoamento das ferramentas, a adoção da caça organizada, os hábitos de coleta e o início de uma verdadeira organização familiar tornaram mais importantes na escala evolutiva da humanidade - embora seja muito difícil reconstituir, em detalhes, a crescente dependência de sistemas de símbolos significativos – a música, a arte, a literatura e o mito para a orientação, comunicação e autocontrole, criando um novo ambiente para o homem, ao qual era, então, obrigado a adaptar-se. À medida em que a Cultura vai “surgindo” e evoluindo com o homem, acumula-se e desenvolve-se uma vantagem seletiva inerente aos indivíduos capazes de explorar vantagens.
O espaço, usos e costumes começam a mudar, criando um novo ambiente, bem como um ambiente cultural novo. O modo de pensar, de sentir e de agir das pessoas vão mudando, e com eles a Cultura vai se desenvolvendo, criando laços e ultrapassando as fronteiras. O homem, desde então, vai procurando adaptar a paisagem às suas reais necessidades.
O artificialismo é tão antigo quanto o homem, e a medida que transforma a natureza adapta o meio ambiente às suas condições sociais, surgindo, dessa forma, as primeiras relações do homem com o ambiente quando ele toma “consciência” de seu estágio de evolução. Assim, está criando novos modos de vida, novos costumes, usos e padrões que vão gerar um espaço diferente e uma Cultura “enriquecida” de “novos valores”.
A Cultura não é só adaptativa, mas também cumulativa e persistente. Adaptativa porque é capaz de mudar; cumulativa porque passa de geração adulta para gerações imaturas; e persistente por não mudar sem uma causa social verdadeira.

(Planaltina em Letras, Ano II, nº 6. p.2)